Diarista presa por engano: CNJ estuda uso de biometria para evitar erros em mandados de prisão
No último domingo (16), Debora Cristina da Silva Damasceno foi até uma delegacia em Petrópolis (RJ) para denunciar uma agressão, mas acabou sendo presa por engano. A Justiça reconheceu o erro três dias depois. O episódio reacendeu o debate sobre falhas na identificação de suspeitos e levou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a estudar a integração de dados biométricos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), na tentativa de evitar novos equívocos.